É a soma de todo capital integralizado pelos associados.
O valor integralizado vai para uma conta individual em nome do associado, chamada conta capital. Quando a cooperativa já está consolidada e gera sobras, é agregada à conta capital do cooperado a parcela correspondente ao quanto lhe coube no rateio das sobras, assim como os juros (até 12% ao ano) referentes ao exercício findo, se de outra forma não dispuser a Assembléia Geral.
O montante do capital do cooperado pode ser sacado nas hipóteses previstas pelo Estatuto Social.
É com o somatório das integralizações mensais dos cooperados que se forma o capital social da cooperativa, com o qual atenderá as demandas de crédito dos seus associados. Por isso mesmo a capitalização da Cooperativa de Crédito é fator primordial à concretização dos seus objetivos sociais. Assim, quanto maior o Capital Social, mais crédito e serviços serão prestados com menor custo para os cooperados, eis que a Cooperativa de Crédito, como já dito, não visa lucro nas suas operações: a receita apurada cobrirá as despesas operacionais, e o que sobrar no exercício terá a destinação que a assembléia geral de cooperados deliberar. Assim, o cooperado ganha duplamente: em serviços e crédito mais baratos (sem falar na segurança, conforto e qualidade) e no retorno do capital investido.